segunda-feira, 18 de março de 2013
Amor,
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
de alguns sentidos
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
dezembro, 2012.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Preciosidade de Ágatha
sábado, 22 de setembro de 2012
Do mais recente azul
terça-feira, 12 de junho de 2012
Declaração de um domingo
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Ouço os passos do sapato que pisotearam o peito de alguém
Ouço sussurros românticos de quem jurou enterrar essa
sensibilidade
Ouço os dizeres de quem não consegue se apaixonar e os mando esperar,
Ouço nada.
É com esforço que ela chora, e que se rende a uma merda de cigarrinho
Ouvindo uma melodia qualquer,
De só mais uma mensagem de amor para os infinitos ouvidos de
quem aperta o play.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
amizade e moradia
Por aqui choveu
sábado, 31 de março de 2012
Origames over
"Eu queria viver
terça-feira, 20 de março de 2012
Inspiração
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Mudança
sábado, 14 de janeiro de 2012
O verão aqui de casa
Uma valsa sinestésica me embala nessas tardes cinza e estranhas de verão, é mais ou menos como uma canção que o vento bate e faz “vuuuu” na minha janela, dá vontade de dormir, dá vontade de cantar, dá vontade de chorar, e dá vontade de esquecer.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
algum manual ou a solução
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
o meu azar
Que azar o meu
encontrar
no meio do caminho
essa pedra mole que é o coração,
viver do seu suco
e dançar sua canção.
Que azar o meu
tropeçar,
chutar,
e ser derrubada
sempre pela mesma pedra
que é o coração.
Já me alertaram que esse é o problema,
e se quer saber
não há nenhuma solução,
a não ser, ignorar esse ser ignorante
sem tamanho e sem noção
que é o meu detonado coração.
Essa pedra.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Inspiração "baianística"
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Eu gosto.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011
memória
Que nem poema de coitado
De filho da puta, de destrambelhado,
De exagerado, a dramática,
De quem tá só irritado,
Que versos pingam no colchão,
Trazendo hora um amor que sim,
Trazendo hora um amor que não,
Arrastado por entre as risadas e as canções,
Vai aquilo que aos poucos irá adormecer com outros cães:
O coitado, de um filho da puta,
Destrambelhado, exagerado, à dramático
O azar do coitado, de quem tá só irritado.
Um amor,
Uma lembrança,
Que lembre um poema.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
à fase.

Não encontro mais nenhum rastro no meu quarto, a não ser a cama vazia que tem hora que grita e grita querer companhia, não consigo chorar mais por muito tempo como antes, nem me descabelar feito doida. Meu ultimo soluço foi no domingo da semana passada.
Depois de picos de desespero e coração apertado, acender o cigarro virou arte para descanso e organização de idéias, qualquer fuga é muito bem vinda, uma distração para a mente e alguma outra para o corpo ajuda a manipular qualquer coisa que já tenha me apavorado. Só sinto ter aprendido a viver sem meu desespero de raiz agora, mas ainda não tenho certeza.
Havia alguém na minha janela ontem, esperando a “família” abrir a porta para mais uma noite de risos e distrações para três cabeças cansadas e três peitos doloridos, mas isso se torna até uma tragédia se lembrar que nossa história, essa mesma história, já está correndo por aí faz tempo, e é tudo tão parecido. Talvez seja o excesso de sentimento e corpo dos três patetas que faça do amor, aquele que se esqueceu de viver, algo maior que o mundo. E nós sempre exageramos.
Tenho uma pilha de livros ao lado da cama, muitas novidades e histórias inéditas para contar. Tenho também, hoje, uma fitinha de sol esquentando o lençol ao meu lado, preguiça de falar sobre a vida e fome, muita fome de gente feliz.
Obs. Tenho vontade também de sapatilhas amarelas para subir as escadas do prédio de olhos vendados, como aquela carta que o Caio Fernando um dia escreveu.
Eu abracei como os namorados da mesma.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Coração
...inútil por falta de vontade
burro por natureza
e triste quando fica só
Não sabe mais quais das besteiras que faz
disfarça, dá uma risadinha
e sai manso pro banheiro mais próximo.
A casa, finalmente depois de uma semana, se acalma
meus pés largados no ar por falta de alcançar o chão
é uma tristeza enorme
que de repente
queima o meu coração.
Existem coisas capazes de matar.
Seu sorriso estampado também faz.
Tirando a falta de rima que deixou na minha vida
e essa música de fundo no peito
os cacos que viraram meu coração estão pinicando um pouquinho menos.
(O que é uma grande mentira).


